quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

Confiança! Como desenvolvê-la em equipes virtuais?

Lu Seluque Confiança! Como desenvolvê-la em equipes virtuais?
Olá!
Recentemente li um artigo que falava sobre confiança e salientava as dificuldades que enfrentamos para construí-la em nossos relacionamentos que, muitas vezes, são virtuais.

Esse artigo motivou-me a refletir sobre a minha vida pessoal e profissional, principalmente no que diz respeito à relacionamentos virtuais que atualmente acontecem com muita frequência.

Minha rede de relacionamentos é boa e foi construída ao longo de minha vida com bastante esforço, amor e dedicação. Considero-me abençoada, pois fui presenteada com bons amigos e, normalmente, as pessoas interagem comigo de forma fiel; quando isso não acontece, como uma boa engenheira black belt, considero como ponto fora da curva e analiso de forma especial.

Entendo que confiança é a base de qualquer relacionamento, seja ele pessoal ou profissional!

François Le Rochefoucauld diz que “A confiança que temos em nós mesmos, reflete-se em grande parte, na confiança que temos nos outros”.

É importante estreitar a relação conosco mesmo, trabalhar o nosso autoconhecimento, confiar em nossos valores e propósitos de vida e depois ir para o mundo.

E quando estamos no mundo, uma dica é ter “bons olhos”, optar por confiar, escolher olhar para as características positivas e as semelhanças que temos com a outra pessoa.

Não podemos esquecer da importância do amor altruísta, empatia, tolerância e perdão. Sem esse tipo de visão e atitude não conseguimos alcançar sucesso em nenhum de nossos relacionamentos!

A confiança é desenvolvida com o tempo, convivência e quantidade de troca que temos em nossas interações. Em nossa vida profissional ela vem com o número de transações ou projetos compartilhados.

Mas como construir isso dentro de equipes virtuais que se formam e se dissolvem rapidamente e muitas vezes estão alocadas em projetos globais?

Acredito que a primeira impressão que passamos é fundamental e certamente impacta o relacionamento ao longo prazo. Em adição a isso a nossa integridade, credibilidade e desempenho dentro da companhia fazem toda diferença.

Sem nenhuma dúvida, comunicar-se de forma apropriada e ter uma escuta ativa agregam muito valor a esse processo.

Caminho para o final do texto salientando a importância da palavra propósito que pode ser traduzida como objetivo, projeto, alvo!

É necessário trabalhar em prol dos mesmos objetivos, observando e exortando as similaridades que temos com nossos parceiros. Quando o time tem o mesmo propósito e trabalha de forma íntegra tudo flui com mais facilidade.

Precisamos entender que estamos no mesmo barco, que não existe opção, temos que confiar e trabalhar juntos, do contrário o barco afunda.

Como diz Carlos Drummond de Andrade, a confiança é ato de fé, e esta dispensa raciocínio.

Paz e bem,
Lu Seluque

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quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

O silêncio e o engajamento dos stakeholders!


lu seluque O silêncio e o engajamento dos stakeholders!
Olá!
Tenho um amigo que é administrador, gerente de projetos, teólogo e poeta, mas de todas essas qualidades e características a que eu mais gosto é a da poesia! 

É um moço interessante, com um bom coração, tem uma percepção de mundo peculiar e um ótimo humor. 

Esses dias ele escreveu a frase abaixo que motivou-me a refletir sobre aspectos da gestão, comunicação e o engajamento de stakeholders.

“Nas conversas, tão importante quanto interpretar palavras, é saber interpretar silêncios. Nem sempre o silêncio significa ausência de resposta. Às vezes, ele é o grito de quem perdeu o interesse pela conversa.” Bruno Jardim

Frase profunda, não? Difícil!

Lembrei de um artigo que li na Business Harvard Review recentemente sobre esse assunto que afirmava que a gestão e o engajamento de pessoas são os maiores desafios das organizações.

Como entender as expectativas das pessoas, as ligações afetivas, os valores e interesses que elas têm em relação aos negócios da empresa? Como motivar pessoas para que elas encontrem propósito em suas atividades diárias? Como influenciar para que os stakeholders de um projeto participem e apoiem o desenvolvimento do mesmo?

É muito fácil conseguir o engajamento de pessoas entusiasmadas, otimistas, automotivadas, com alta autoestima e que sabem sobre o seu propósito de vida pessoal e profissional. 

Infelizmente não é sempre que as encontramos pessoas positivas. Seja em nossa vida pessoal ou profissional, é muito mais fácil encontrarmos pessoas desmotivadas, que não conseguem enxergar além das circunstâncias e estão perdidas, sem nenhum propósito de vida.

Uma estratégia para entender as pessoas e com isso tentar influenciá-las é o exercício da empatia! Falo sobre uma empatia sincera, feita com amor, compaixão onde o foco principal é entender o ponto de vista do outro, a dor do outro, onde o “calo aperta”.

Exercitar a escuta ativa, esforçar-se para enxergar as qualidades do outro, os aspectos positivos de suas atitudes e as dificuldades que a pessoa tem é um caminho.

Mostrar os benefícios, uma causa nobre, um propósito, um bem maior é uma ótima estratégia para conseguir o engajamento das pessoas.

E quando nossos stakeholders se calam? Sabemos que o silêncio pode significar falta de engajamento o que pode trazer consequências terríveis para o projeto. O que fazer quando não conseguimos vender nossas ideias e necessidades?

Entendo que o melhor caminho é ser franco, verdadeiro, e tentar mostrar a relevância da proposta para a organização. Lembre de apoiar-se em evidências técnicas para reforçar seus argumentos e da importância de envolver outras pessoas do projeto, especialistas e principalmente altos executivos, para patrocinar e influenciar em sua necessidade. Se seu trabalho e credibilidade forem bons dentro da organização existe grande chance de sucesso.

Harry Firestone diz que conseguimos o melhor dos outros quando damos o melhor de nós mesmos!

Quanto à relacionamentos pessoais, faça o seu melhor sempre! Ame sem moderação, perdoe, seja altruísta, mas se mesmo assim o outro calar-se e desejar partir, permita, pois como diz o ditado popular: Se você tem que forçar é porque não é do seu tamanho, isso serve para anéis, sapatos e relacionamentos!

Paz e bem!
Lu Seluque
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Sabe qual o caminho da alta performance?

Sabe qual o caminho da alta performance?
Autoconhecimento e gestão das emoções. Este é o caminho para o sucesso profissional!! Augusto Cury diz que sem a gestão das emoções ricos se tornam miseráveis, casais começam seus relacionamentos no céu do afeto e terminam no inferno dos atritos. Sem gestão da emoção profissionais sabotam a sua eficiência! Precisamos aprender a fazer a gestão das nossas emoções e a encontrar equilíbrio entre mente e coração!! Vamos juntos nesta caminhada??