quarta-feira, 15 de maio de 2019

Futuro do Trabalho e Inteligência Emocional

Luciana Seluque #luseluque O Futuro do Trabalho e Inteligência Emocional soft skills

Metanoia e metamorfose são palavras que podem traduzir o momento ágil e de constante transformação em que vivemos atualmente. Pensar na avalanche de remodelamentos que o IoT e a Indústria 4.0 estão trazendo para o nosso estilo de vida e para o futuro do trabalho pode ser angustiante.

Pesquisando sobre o assunto encontrei vários aspectos que descrevem esse momento, mas o interessante é que todas  as fontes tinham o mesmo “fio condutor” que aponta para os aspectos humanos dessa conjuntura.

Pulse of the Profession 2019 do PMI fala sobre "The Future of Work" e entre vários pontos comenta que os líderes de projeto devem fazer parceria com equipes de recursos humanos, criando caminhos de carreira robustos que combinem competências em gestão com habilidades de liderança.
Fala sobre a importância de uma liderança inclusiva, sobre unir o PMTQ (Project Management Technology Quotient) com o QE e QI (Emocional Quotient & Intelligence Quotient) e que a nova realidade profissional exige uma combinação de gestão técnica de projetos com gestão de negócios, habilidades de liderança, habilidades estratégicas juntamente com a capacidade de aprender e acompanhar o ritmo da tecnologia.
Complementa dizendo que para inspirar as partes interessadas e motivar as equipes, os líderes não só precisarão das competências técnicas, mas principalmente terão que usar a Inteligência Emocional para desenvolver qualidades como empatia, autoconsciência e motivação.

No artigo “Bem-vindo à Era Digital, a mais humana das eras”, Paula Braga da Automotive Business comenta que o momento trata sobre pessoas, não sobre tecnologia e que o caminho do sucesso está em investir em experiência, relacionamento, diversidade e inovação. 

O Fórum Econômico Mundial no relatório “The future of Jobs” identificou os fatores de mudanças nas profissões da atualidade que devem impactar em transformações futuras e pontuou as competências profissionais que serão mais requisitadas, entre elas estão: Inteligência Emocional, liderança, criatividade, aprendizado ativo, pensamento crítico e resolução de problemas.

O estudo realizado pelo Linkedin em parceria com a WGSN, “Tech is Human: O Futuro do Trabalho”, fala sobre o valor das competências humanas. De acordo com Luiz Arruda, diretor da WGSN Mindset, o estudo identificou que quanto maior a utilização de tecnologias no ambiente profissional, mais valorizadas são as habilidades humanas. Características como Inteligência Emocional, empatia, colaboração, mindfullness, flexibilidade, resiliência, criatividade, transparência entre outras são aspectos insubstituíveis do ser humano que serão cada vez mais reconhecidos e finaliza o pensamento dizendo que à medida que os humanos se tornam mais digitais, a tecnologia se tornará mais humana.



O futurista Gerd Leonhard, autor do livro “Technology vs. Humanity” comenta que o futuro do trabalho está associado à habilidades altamente humanas como imaginação, negociação, criatividade entre outras (imagem ao lado).




Em um artigo de 04 de dezembro de 2018 o CEO Christopher Abraham e a Diretora de Inovação Silvia Vianello ambos da SP Jain School of Global Management afirmam que é muito comum substituir um ser humano fazendo cálculos com uma máquina, que não podemos competir com uma máquina! 
Por esse motivo devemos desenvolver o lado direito do cérebro para alavancar competências como empatia, compaixão, percepção social, criatividade, resiliência, negociação e persuasão. Eles complementam o pensamento afirmando que as empresas precisarão de profissionais que tenham perfil técnico (hard skills) porém com altas habilidades socioemocionais e comportamentais (soft skills). 

Em resumo, o Coeficiente Emocional (QE) terá um lugar de destaque na era digital!

Termino o texto de hoje da mesma forma que fiz no texto sobre Agilidade e Inteligência Emocional (se você ainda não teve a oportunidade de ler pode fazê-lo através desse link https://www.lucianaseluque.com/2019/05/agilidade-e-inteligencia-emocional_7.html) dizendo que o desenvolvimento da Inteligência Emocional é o caminho para sobreviver ao mundo VUCA, ao IoT, à Indústria 4.0 e à Gestão Ágil de Projetos.

Desenvolver a Inteligência Emocional é a resposta para se adaptar à nova era do trabalho!

Paz e bem,
Lu Seluque

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terça-feira, 7 de maio de 2019

Agilidade e Inteligência Emocional!


#luseluque Agilidade e Inteligência Emocional! comportamento soft skills Luciana Seluque
Precisamos falar sobre Agilidade e Inteligência Emocional!

O PMI Pulse of the Profession® de 2015 afirma que agilidade é a capacidade de se adaptar diligentemente para obter vantagem competitiva!

Em outras palavras, a agilidade organizacional é a capacidade de mudar rapidamente em resposta às condições do mercado ou a outros fatores externos, novos concorrentes, tecnologias emergentes, demandas de clientes e mudanças súbitas econômicas e sociopolíticas.

O PMI vai além e comenta que as organizações ágeis sabem que as habilidades técnicas dos gerentes de projeto, programa e portfólio NÃO são o suficiente no mercado global cada vez mais complexo e competitivo e que para sobreviver a este ambiente é MANDATÓRIO desenvolver competências comportamentais como flexibilidade, adaptabilidade, resiliência, tolerância a mudanças, engajamento, colaboração, diversidade, liderança, integridade, transparência,  comunicação, escuta ativa, iniciativa, confiança, comprometimento, inovação, criatividade, pensamento crítico, disciplina, tomada de decisão entre outras.

E oficializa isso na página 347 do Guia PMBOK 6ª Edição dizendo:

O gerente de Projetos DEVE desenvolver Inteligência Emocional!

Continuando nessa linha, o PMI sugere o conjunto de habilidades ideais, o PMI® Talent Triangle ™, que nada mais é do que a combinação de conhecimento técnico, de liderança, de gestão estratégica e de negócios.

E como é que desenvolvemos as competências comportamentais? Como ser emocionalmente ágil?

No livro Agilidade Emocional a psicóloga e professora da Harvard Susan David, descreve que a Agilidade Emocional significa a reflexão e o equilíbrio entre o sentimento e a reação. Ela afirma que a Inteligência Emocional, apesar de ser explorada de forma extensa, ainda é pouco desenvolvida pelas pessoas.

De acordo com Susan David, ser emocionalmente ágil é ter consciência de suas próprias emoções!

Ela cita alguns conceitos para encontrarmos agilidade emocional; são eles:
  • Aparecer: Identifique seus pensamentos e sentimentos para vivê-los da forma que realmente são;
  • Sair: Identifique suas emoções e entenda que elas estão relacionadas a você, mas não são você;
  • Andar o seu porquê: Identifique os seus valores, eles são a sua força motriz;
  • Seguir em frente: Não seja complacente com você; busque mudanças, ajustes propositais em sua mentalidade, motivação e hábitos para alinhá-los com seus valores fundamentais.
Termino o texto de hoje reforçando a importância da Inteligência Emocional e convidando a todos a valorizá-la, utilizá-la ao máximo e adicioná-la às nossas competências técnicas.

Na minha humilde opinião, o desenvolvimento da Inteligência Emocional é o caminho para sobreviver ao mundo VUCA, ao IoT, à Indústria 4.0 e à Gestão Ágil de Projetos.

Paz e bem,
Lu Seluque

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Sabe qual o caminho da alta performance?

Sabe qual o caminho da alta performance?
Autoconhecimento e gestão das emoções. Este é o caminho para o sucesso profissional!! Augusto Cury diz que sem a gestão das emoções ricos se tornam miseráveis, casais começam seus relacionamentos no céu do afeto e terminam no inferno dos atritos. Sem gestão da emoção profissionais sabotam a sua eficiência! Precisamos aprender a fazer a gestão das nossas emoções e a encontrar equilíbrio entre mente e coração!! Vamos juntos nesta caminhada??